13/03/2018

A VIDA DE JESUS - SUA ÚLTIMA PÁSCOA, SUA AGONIA NO GETSÊMANI E A SUA TRAIÇÃO






SUA ÚLTIMA PÁSCOA

Jesus come e bebe pela última vez com seus discípulos. Esta cerimônia é chamada de Ceia do Senhor, porque foi a ocasião em que Jesus comeu a refeição da Páscoa com seus discípulos; por ela agradecemos a Deus pela obra que Cristo fez por nós; é "Comunhão", porque por meio dela celebramos a comunhão que temos com Deus e nossos irmãos. Assim quando comemos o pão e bebemos o vinho, devemos refletir sobre a morte de Jesus e lembrar-nos de sua promessa de retornar, gratos pela maravilhosa dádiva de Deus que nos permitirá, um dia, alegremente encontrar Cristo e toda a sua igreja.

Como o sangue de Jesus está relacionado com a Nova Aliança? Pela Antiga Aliança, as pessoas só podiam aproximar-se de Deus por intermédio de um sacerdote, que oferecia uma animal em sacrifício pelos pecados. Depois que Jesus foi oferecido como sacrifícios por nossos pecados, todos podem ir diretamente a Deus, por meio da fé, porque a morte de Jesus nos tornou aceitáveis aos olhos de Deus (Veja Romanos 3.21-24). Leia o texto abaixo de Mateus 26.26-30.


26 E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
27 E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos;
28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
29 E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai.
30 E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.




SUA  AGONIA NO GETSÊMANI


Jesus estava em grande agonia no Getsêmani pela proximidade da crucificação, da separação do Pai e da morte pelos pecados do mundo. O plano divino estava traçado, mas a natureza humana de Jesus ainda lutava (veja Hb 5.7-9). Por ter sofrido tamanha angustia, Jesus pode ter compaixão de nosso sofrimento. A força para cumprir sua missão veio de sua comunhão com o Pai, que também é a fonte d nossa força.


Jesus não estava se rebelando contra a vontade do Pai quando perguntou se era possível afastar da separação do sofrimento. Na verdade ele estava reafirmando seu desejo de fazer a vontade de Deus quando disse: "Todavia, não seja feita a minha vontade, mas a Tua Pai". Sua agonia era pior que a morte, porque estava pagando pelos pecados do mundo todo. O Filho de Deus que jamais pecou, tomou sobre si os nossos pecados para nos salvar do sofrimento e da separação de Deus. Leia o texto de Mateus 26.36-46.


36 Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar.
37 E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito.
38 Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo.
39 E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.
40 E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo?
41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.
42 E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade.
43 E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados.
44 E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras.
45 Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores.
46 Levantai-vos, partamos; eis que é chegado o que me trai.



SUA TRAIÇÃO


Jesus havia dito à multidão que prendesse o homem em que ele desse o beijo. Essa não era uma prisão executada por soldados romanos, de acordo com leis romanas, mas uma prisão ordenada por líderes religiosos. Judas indicou Jesus não porque Jesus fosse difícil de ser reconhecido, mas porque havia concordado em ser seu acusador formal, caso fosse instituído um julgamento. Judas foi capaz de levar o grupo de soldados até um lugar onde Jesus estava longe da multidão, onde espectador algum interferiria na prisão do Mestre.


Uma série de profecias foram cumpridas. Judas o traiu, os sacerdotes e os anciãos o prenderam, e os discípulos fugiram. O Personagem central naturalmente era Jesus. Sua calma impressionante e sua disposição para enfrentar o que se colocava diante dele refletiam os resultados de sua batalha em oração no jardim. Leia o texto abaixo em Mateus 26.47-49.


47 E, estando ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo.
48 E o que o traía tinha-lhes dado um sinal, dizendo: O que eu beijar é esse; prendei-o.
49 E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o.




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Por: No Teu Altar
Foto: Google
Versículos: bibliaon.com
Explicações: Bíblia de estudo Aplicação Pessoal - Editora CPAD e Bíblia de Estudo da Mulher - Editora Mundo Cristão.
Esta história se encontra no livro de Mateus e as passagens estão nos versículos citados no artigo.



 
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